Estes insectóides lembram enormes louva-a-deus, rajados de preto e amarelo com pontas afiadas em cada articulação. Quatro longas patas servem para locomoção, enquanto duas menores, terminadas em farpas, funcionam como braços, a cabeça, localizada no centro do corpo, possui chifres de quitina que funcionam como tesoura ou bico afiado.
Apesar de sua inteligência baixa, os soldados possuem visão de combate e estratégia, geralmente confiando em sua superioridade numérica.
Chifres vorpais: Todo ataque crítico (um 20 no dado da jogada de ataque) resulte na decapitação imediata do alvo, sem direito a nenhum teste ou jogada de proteção.
Morte simulada: Quando caídos, não mostram sinais de estarem vivos ou mortos. Há 1 chance em 1D6 de realizar mais um ataque (há 1-4 chances em 1D6 donataque ser Muito Fácil, surpreendendo o alvo).
Inúmeros: Não há necessidade de rolar a quantidade de soldados no encontro quando eles estão em seu próprio habitat. Por viverem em colônias incontestáveis, eles continuam chegando e chegando, até que os personagens fujam ou morram.
Os soldados insectóides são armas biológicas, geneticamente criados para matar qualquer coisa que se mova e que não seja outro insectóide. Os soldados não precisam comer ou beber (eles sequer possuem boca), e podem sobreviver no vácuo. Seu único propósito é receber comandos dos insectóides Cérebros, que geralmente se resumem a rumar para uma região e matar tudo o que estiver por lá.
A carapaça de quitina dos insectóides pode produzir armaduras e escudos naturais com a mesma proteção de armaduras de metal.
Dicas aos Mestres:
Os soldados insectóides não são feitos para serem vencidos, e devem chegar indefinidamente até que o propósito narrativo ocorra, seja empurrar os personagens para algum local, seja para destruir uma base local por meio da estratégia dos Cérebros.
Por: Elton Rodrigues da Costa